Depois de duas semanas acompanhando os ensaios, um ensaio geral e dois dias de apresentação e 90 horas de pós-produção, nasceu o DVD do espetáculo do Balleteatro Fred Astaire.
32 horas tratando o audio e 56 com o video (2 horas para a autoração do DVD)
Uma pequena amostra da qualidade da imagem no video abaixo (lembrando que foi exportado para um DVD, não um Blu-ray nesse ano).
Lembrando que na quarta-feira os DVDs já estarão disponíveis na escola.
Ainda cuidando de materiais volumosos na edição, voltaremos a atualizar o blog frequentemente
domingo, 19 de fevereiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Um pouco de tudo de uma só vez
Percebi que, desde que comecei com o blog, nunca fiz uma retrospectiva.
Revejo meus trabalhos antigos e percebo sua força de vontade e pouca bagagem e técnica.
Vou comentar um pouco de minha formação enquanto fotógrafo (cada passo conquistado) e descrever o serviço que, como equipe, oferecemos. Em cada foto há o link para.
Diferente de um "book" (para nós, quando fazemos um book, estamos trabalhando com profissionais da imagem - modelos e atores, como exemplo - e apresentamos um trabalho mais técnico para atender ao que as agências querem), procuramos nos adaptar ao estilo de cada um e extrair sua personalidade. Valorizamos o processo da sessão, precisa ser divertida e leve, não focamos no produto final, mas é através das imagens que registramos toda essa experiência.
Começando com a primeira tentativa de entender como ser cúmplice para conseguir combinar expressões, formas, linguagem corporal e muitos detalhes para chegar a um bom trabalho.
Aproevitando para agradecer imensamente pela paciência de quem estava ainda aprendendo o básico da fotografia.
Uma dificuldade ainda maior foi cuidar da exposição da pessoa à rua, mas sem problemas com ela.

Conhecendo um dos pontos mais fotografados de Tatuí e fazendo a coitada acordar cedo e caminhar um pouco.

Como resposta a um exercício de meu professor, saímos à rua com a proposta "verão" no módulo de moda do curso.

Mudando de vítima, lembrei de um olhar forte acompanhado de cabelos mais negros que a asa da graúna...
Iniciando uma nova dificuldade, fotografar o relacionamento de duas pessoas.

Caindo de paraquedas num estúdio, à base de tentativa e erro com uma menina que mudou sua opinião sobre suas antigas "pintas feias".

Dessa vez, explorando o uso de flash nos ensaios.
O início de uma ótima cumplicidade.
Um ensaio com um casal serio apenas quanto aos sentimentos e à responsabilidade.

Dança
Sempre foi um assunto à parte. A união da forma mais primitiva de cominucação (expressão corporal) à mais subjetiva e intensa arte (música).
Tive a honra de me expor a grandes pessoas e trabalhos e segue um pouco da grande inspiração que tive em cada trabalho.
O primeiro espetáculo.

Instituto Brincante, outra fonte deliciosa de inúmeros artistas dançantes.


Gira de Siá (não se assuste se reconhecer a Estela, é a própria).

Segundo ano com o Fred Astaire.

Experiência com a Rit's, apenas o video que fiz para antes da apresentação.
Outra abordagem para a dança, unindo a outra paixão: preto e branco.

Mais um ano com pessoas muito queridas, a escola de Tatuí com mais compromisso com os alunos e ambiente sempre muito agradável, confirmando seu slogan "Quem dança é mais feliz!".

Casamento
Poder participar do ápice da história de um casal é, além de um imenso prazer, uma honra sem tamanho. Poder conhecer histórias divertidas, românticas e únicas e ajudar a perpetuar a lembrança desse dia tão especial para o casal e trabalhar em cumplicidade só é melhor quando entregamos o produto final ao casal e recebemos seu olhar de satisfação e gratidão (além da costumeira surpresa e lágrimas).
Gostamos de, após conhecer o casal, seu jeito, os planejamentos para o casamento e espectativas, marcar um ensaio antes do casamento para, além de aumentar a proximidade com o casal, perceber como cada um reage à câmera, para no grande dia saber como abordar o casal quando necessário.
Fotografamos a preparação (making of) para entrar em sintonia (principalmente com a noiva) com o casal e ajudar a acalmá-la assim que começar a surgir pequenos problemas e a acompanhamos até a cerimônia. Dependendo do casal, vamos a uma locação para o casal respirar e usar esse "interlúdio" para algumas fotos com uma emoção que não se repetirá em outro momento. Aí partimos para a festa, quando preferimos deixar o casal à vontade e aproveitar sua festa enquanto ficamos invisíveis para capturar os detalhes dessa explosão.
Meu primeiro casamento (fotografado rs), fiz acompanhando o fotógrafo contratado pelos noivos, com liberdade de não ser o responsável pelas imagens "oficiais" do casamento.
Após esse primeiro já me senti confiante para fotografar casamentos sozinho, mas preferi me aprofundar mais antes de assumir essa grande responsabilidade. Dividido em três partes, segue essa primeira exposição:



Como segundo casamento, experimentei fotografar um casal que não conhecia como os demais, reagir ao momento sem saber o que ia encontrar.

O terceiro casamento foi parecido com o segundo, com a diferença de eu não ter ideia do que ia encontrar, pois fui acompanhar uma fotógrafa que ia fotografar (afinal é a profissão dela, certo?) as cerimonialistas e me deparei com um casamento incrível.

Antes de assumir a responsabilidade de eternizar um casamento, ainda fotografei um último para explorar outras ferramentas para o casamento.

Depois de tanto preparo, minha treinadora me escolheu para ser responsável por suas memórias.
Com a ajuda dessa grande parceira, tivémos uma ótima tarde.

Eventos
Trabalhar com pessoas, além de seus muitos desafios, é uma tarefa sempre gratificante por poder interagir com diferentes personalidades e as inesperadas situações que sempre surgem.
Fotografei a formatura da turma com quem estudei (interessante fotografar a formatura que seria a minha).

Para poder estudar o tipo de iluminação que pretendo usar nas festas de casamentos, fui a algumas festas, a respeito das quais seguem as postagens:

Como a fotografia é apenas uma ferramenta para expressar o que quer que se queira, é necessário dominar a técnica fotográfica, conhecer diferentes processos, conhecer a câmera e estudar iluminação.
Mas é necessário aprender com outros profissionais como trabalhar em diferentes situações. Para isso, existem os workshops e congressos.
Wedding Brasil 2010, Estúdio Brasil 2010 e o último em que estive, Wedding Brasil 2011:

Além de um workshop para fotografar "gravidinhas", com a Cláudia Regina (muito fofa!)

E o Paraty em Foco 2011, quando participei do workshop “Estático em movimento – O retrato do futuro” com a Galeria Experiência.
Um dos assuntos que mais gosto, sou detalhista em meus tratamentos quando entrego as fotos ou videos. Para isso, estudei (e não paro) desde livros sobre teoria da cor (viva Schopennhauer, Goethe, Newton e Israel Pedrosa!) a palestras sobre o processo digial (Thales Trigo), passando pelos treinamentos para os 8 programas que costumo usar.
Encaro o tratamento como forma de enfatizar o que quis fotografar/filmar. Trabalho omitindo informações que detrair o destaque que merece a informação principal e realçando a mesma segundo o que expressa.
Amo a textura da pele, por isso não suporto esses programas simples de edição que matam a pele dos "bonecos" que entregam.
Revejo meus trabalhos antigos e percebo sua força de vontade e pouca bagagem e técnica.
Vou comentar um pouco de minha formação enquanto fotógrafo (cada passo conquistado) e descrever o serviço que, como equipe, oferecemos. Em cada foto há o link para.
Ensaio
Diferente de um "book" (para nós, quando fazemos um book, estamos trabalhando com profissionais da imagem - modelos e atores, como exemplo - e apresentamos um trabalho mais técnico para atender ao que as agências querem), procuramos nos adaptar ao estilo de cada um e extrair sua personalidade. Valorizamos o processo da sessão, precisa ser divertida e leve, não focamos no produto final, mas é através das imagens que registramos toda essa experiência.
Começando com a primeira tentativa de entender como ser cúmplice para conseguir combinar expressões, formas, linguagem corporal e muitos detalhes para chegar a um bom trabalho.
Aproevitando para agradecer imensamente pela paciência de quem estava ainda aprendendo o básico da fotografia.
Uma dificuldade ainda maior foi cuidar da exposição da pessoa à rua, mas sem problemas com ela.

Conhecendo um dos pontos mais fotografados de Tatuí e fazendo a coitada acordar cedo e caminhar um pouco.

Como resposta a um exercício de meu professor, saímos à rua com a proposta "verão" no módulo de moda do curso.

Mudando de vítima, lembrei de um olhar forte acompanhado de cabelos mais negros que a asa da graúna...
Iniciando uma nova dificuldade, fotografar o relacionamento de duas pessoas.

Caindo de paraquedas num estúdio, à base de tentativa e erro com uma menina que mudou sua opinião sobre suas antigas "pintas feias".

Dessa vez, explorando o uso de flash nos ensaios.
O início de uma ótima cumplicidade.
Um ensaio com um casal serio apenas quanto aos sentimentos e à responsabilidade.

Dança
Sempre foi um assunto à parte. A união da forma mais primitiva de cominucação (expressão corporal) à mais subjetiva e intensa arte (música).
Tive a honra de me expor a grandes pessoas e trabalhos e segue um pouco da grande inspiração que tive em cada trabalho.
O primeiro espetáculo.

Instituto Brincante, outra fonte deliciosa de inúmeros artistas dançantes.


Gira de Siá (não se assuste se reconhecer a Estela, é a própria).

Segundo ano com o Fred Astaire.

Experiência com a Rit's, apenas o video que fiz para antes da apresentação.
Outra abordagem para a dança, unindo a outra paixão: preto e branco.

Mais um ano com pessoas muito queridas, a escola de Tatuí com mais compromisso com os alunos e ambiente sempre muito agradável, confirmando seu slogan "Quem dança é mais feliz!".

Casamento
Poder participar do ápice da história de um casal é, além de um imenso prazer, uma honra sem tamanho. Poder conhecer histórias divertidas, românticas e únicas e ajudar a perpetuar a lembrança desse dia tão especial para o casal e trabalhar em cumplicidade só é melhor quando entregamos o produto final ao casal e recebemos seu olhar de satisfação e gratidão (além da costumeira surpresa e lágrimas).
Gostamos de, após conhecer o casal, seu jeito, os planejamentos para o casamento e espectativas, marcar um ensaio antes do casamento para, além de aumentar a proximidade com o casal, perceber como cada um reage à câmera, para no grande dia saber como abordar o casal quando necessário.
Fotografamos a preparação (making of) para entrar em sintonia (principalmente com a noiva) com o casal e ajudar a acalmá-la assim que começar a surgir pequenos problemas e a acompanhamos até a cerimônia. Dependendo do casal, vamos a uma locação para o casal respirar e usar esse "interlúdio" para algumas fotos com uma emoção que não se repetirá em outro momento. Aí partimos para a festa, quando preferimos deixar o casal à vontade e aproveitar sua festa enquanto ficamos invisíveis para capturar os detalhes dessa explosão.
Meu primeiro casamento (fotografado rs), fiz acompanhando o fotógrafo contratado pelos noivos, com liberdade de não ser o responsável pelas imagens "oficiais" do casamento.
Após esse primeiro já me senti confiante para fotografar casamentos sozinho, mas preferi me aprofundar mais antes de assumir essa grande responsabilidade. Dividido em três partes, segue essa primeira exposição:



Como segundo casamento, experimentei fotografar um casal que não conhecia como os demais, reagir ao momento sem saber o que ia encontrar.

O terceiro casamento foi parecido com o segundo, com a diferença de eu não ter ideia do que ia encontrar, pois fui acompanhar uma fotógrafa que ia fotografar (afinal é a profissão dela, certo?) as cerimonialistas e me deparei com um casamento incrível.

Antes de assumir a responsabilidade de eternizar um casamento, ainda fotografei um último para explorar outras ferramentas para o casamento.

Depois de tanto preparo, minha treinadora me escolheu para ser responsável por suas memórias.
Com a ajuda dessa grande parceira, tivémos uma ótima tarde.

Eventos
Trabalhar com pessoas, além de seus muitos desafios, é uma tarefa sempre gratificante por poder interagir com diferentes personalidades e as inesperadas situações que sempre surgem.
Fotografei a formatura da turma com quem estudei (interessante fotografar a formatura que seria a minha).

Para poder estudar o tipo de iluminação que pretendo usar nas festas de casamentos, fui a algumas festas, a respeito das quais seguem as postagens:

Formação
Como a fotografia é apenas uma ferramenta para expressar o que quer que se queira, é necessário dominar a técnica fotográfica, conhecer diferentes processos, conhecer a câmera e estudar iluminação.
Mas é necessário aprender com outros profissionais como trabalhar em diferentes situações. Para isso, existem os workshops e congressos.
Wedding Brasil 2010, Estúdio Brasil 2010 e o último em que estive, Wedding Brasil 2011:

(um enorme prazer conversar outra vez com Fer Juaristi, muito simpático e inspirador!)
Além de um workshop para fotografar "gravidinhas", com a Cláudia Regina (muito fofa!)

E o Paraty em Foco 2011, quando participei do workshop “Estático em movimento – O retrato do futuro” com a Galeria Experiência.
Tratamento
Um dos assuntos que mais gosto, sou detalhista em meus tratamentos quando entrego as fotos ou videos. Para isso, estudei (e não paro) desde livros sobre teoria da cor (viva Schopennhauer, Goethe, Newton e Israel Pedrosa!) a palestras sobre o processo digial (Thales Trigo), passando pelos treinamentos para os 8 programas que costumo usar.
Encaro o tratamento como forma de enfatizar o que quis fotografar/filmar. Trabalho omitindo informações que detrair o destaque que merece a informação principal e realçando a mesma segundo o que expressa.
Amo a textura da pele, por isso não suporto esses programas simples de edição que matam a pele dos "bonecos" que entregam.
lcmercadante@gmail.com
(15) 8121-6698 - Lucas
(15) 3251-5759
(15) 8115-5332 - Dimas
(15) 3259-3160
Entre em contato!
(15) 3251-5759
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Uma pausa em nome da luz
Um dia simples, com um singelo sol por entre nuvens ziguezagueantes, duas peças na forma de assistentes e uma agradável e paciente vítima.
Tiramos o dia para estudar um pouco de iluminação e para afinar Dimas e Géssica, mostrando diferenças de fontes de luz, modificadores, algumas possibilidades com os "cães" do ilovemyjob e agradecemos muito à Rafa que gentilmente se dispôs desde às 11h até perto das 16h (e nem vimos o tempo passar).
Sem preocupações com a direção, com expressões ou variação de "look", nosso foco foi a iluminação, com poucas noções de direção.
Primeiro a base, um set simples com algumas pequenas variações
Depois é hora de deixar a câmera com o Dimas e a Géssica (que mesmo com um estranho medo se aventurou e conseguiu alguns belos cliques) e virar assistente de iluminação e supervisionar a direção (mas eu não sou de ferro e reclamei a câmera algumas vezes... rs):
(metacarpo redondinho é mal de pianista, fui amaldiçoado a sempre reparar em mãos)
...não, não sou dos que fica "montando" a pessoa enquanto dirijo, prefiro sugerir por "imitação" (muito mais divertido para todo mundo), isso é apenas para mostrar a importância do espaço negativo entre a mão e o corpo (mão arredondada, como uma concha)
Tiramos o dia para estudar um pouco de iluminação e para afinar Dimas e Géssica, mostrando diferenças de fontes de luz, modificadores, algumas possibilidades com os "cães" do ilovemyjob e agradecemos muito à Rafa que gentilmente se dispôs desde às 11h até perto das 16h (e nem vimos o tempo passar).
Sem preocupações com a direção, com expressões ou variação de "look", nosso foco foi a iluminação, com poucas noções de direção.
Primeiro a base, um set simples com algumas pequenas variações
Depois é hora de deixar a câmera com o Dimas e a Géssica (que mesmo com um estranho medo se aventurou e conseguiu alguns belos cliques) e virar assistente de iluminação e supervisionar a direção (mas eu não sou de ferro e reclamei a câmera algumas vezes... rs):
(metacarpo redondinho é mal de pianista, fui amaldiçoado a sempre reparar em mãos)
...não, não sou dos que fica "montando" a pessoa enquanto dirijo, prefiro sugerir por "imitação" (muito mais divertido para todo mundo), isso é apenas para mostrar a importância do espaço negativo entre a mão e o corpo (mão arredondada, como uma concha)
ok, uma pausa para os cabelos...
mostrando como pular, sempre é muito divertido... (e o Dimas sempre me sacaneando)
Afinal... estamos na cidade com mais palmeiras artificiais por metro quadrado,
Certo, Dimas?
rs
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